| ADSA reúne com Governadora Civil Faro |
| Segunda, 08 Março 2010 18:11 |
Os espaços de animação nocturna algarvios estão a debater-se com uma menor afluência, que se espelha nos baixos lucros. Uma situação justificada com a “aplicação de várias legislações inadequadas, a crise económica e a concorrência desleal”. Entre os associados da Associação de Discotecas do Sul e Algarve (ADSA), as quebras nas receitas variam entre os 30 e os 60 por cento, dependendo da proximidade de discotecas ilegais. A situação é de tal ordem instável que os empresários têm sido obrigados a reduzir substancialmente o número de funcionários.
Foi neste sentido que a associação se reuniu com a Governadora Civil do Distrito de Faro, para “junto dos organismos oficiais tentar corrigir certos erros que têm vindo a ser cometidos e a prevenir outros”, esclareceu Custódio Guerreiro, representante da associação. Desses erros sublinham-se as questões relativas à segurança dos clientes, bem como da concorrência desleal na época balnear. “Concorrência essa causada pelas Câmaras Municipais, ao autorizarem licenciamentos provisórios - e vários dias e até meses - a recintos que não passam de bares de piscina, salas de congresso ou apoios de praia, e que passam assim a estar autorizados a funcionar pela noite dentro, em concorrência completamente desleal face àqueles que funcionam durante todo o ano, alimentando a economia local através do pagamento de ordenados e impostos”, acrescentou o representada da ADSA. Mais informações em www.adsa.pt. |